Igreja da Unificação pode ser dissolvida no Japão
O Tribunal Superior de Tóquio anunciará em 4 de março sua decisão sobre a dissolução da Igreja da Unificação. O grupo apelou de uma ordem anterior, alegando esforços para resolver controvérsias.
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O Tribunal Superior de Tóquio anunciará em 4 de março sua decisão sobre a dissolução da Igreja da Unificação. O grupo apelou de uma ordem anterior, alegando esforços para resolver controvérsias.
O réu japonês que, durante o atentado, tirou a vida do ex-primeiro-ministro Shinzo Abe, ouviu a sentença de prisão perpétua.
A medida ocorre enquanto o grupo enfrenta uma ordem judicial para ser dissolvido, acusado de coletar grandes doações e causar problemas.
Dois protestos gigantescos marcaram o fim de semana na cidade do México e na capital das Filipinas. No México, houve confronto com as autoridades.
Tribunal japonês mediou acordo entre a Igreja da Unificação e ex-seguidoras lesadas. O grupo religioso pagará indenização de US$340 mil, abrindo precedente para outros casos semelhantes.
As autoridades afirmam que um atirador invadiu a igreja com um veículo durante um grande culto, começou a atirar e, em seguida, intencionalmente ateou fogo, que se transformou em um grande incêndio.
Em meio a escândalo político, líder da Igreja da Unificação é presa na Coreia do Sul. Han Hak-ja é acusada de corrupção em um caso que envolve a esposa do ex-presidente Yoon Suk-yeol.
Atirador causa pânico em escola católica em Minnesota, matando crianças e deixando 17 feridas. FBI investiga o caso como possível ato terrorista.
Cardeal Robert Francis Prevost, dos EUA, foi eleito o novo Papa, Leão 14. Com 69 anos, o ex-missionário na América do Sul sucede Francisco e lidera 1,4 bilhão de católicos.