Data: 2 de novembro de 2016

Profissão Repórter – Tratamento de câncer no SUS

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Profissão Repórter

O descaso no tratamento de câncer no SUS é tema de denúncia no Profissão Repórter

O mês de outubro chega ao fim e, com ele, a campanha nacional batizada de Outubro Rosa.

Apesar de inúmeras propagandas, mensagens e palavras de incentivo, a situação de quem enfrenta o câncer e depende do sistema público de saúde passa, dia após dia, por um estado cada vez mais crítico.

Por isso, os repórteres do Profissão Repórter visitam três regiões do país para revelar o descaso nesse setor, dividindo o especial em três partes: a dificuldade do diagnóstico, a demora no início do tratamento e as constantes interrupções por falta de medicamentos.

Aracaju

Em Aracaju, o Hospital de Cirurgia, um dos principais da capital sergipana, enfrenta constantemente a falta de remédios para a quimioterapia.

Para lutar contra isso, um grupo de mulheres criou o Mães de Peito, apresentado pela repórter Mayara Teixeira.

Mas há o problema daqueles que sequer conseguem dar início à fase de radioterapia.

Distrito Federal

Fazendo imagens com um celular, o repórter Erik von Poser registrou o desespero de pacientes e familiares do Hospital de Base do Distrito Federal, onde a fila para conseguir acesso ao tratamento tem mais de mil pessoas.

“De acordo com uma lei de 2012, todo paciente tem direito a começar o tratamento em até 60 dias após o seu diagnóstico.

Mas, ali, tem gente esperando por isso há quase um ano”, conta von Poser.

Com a experiência pessoal de ter perdido o pai e o avô para a doença, o repórter viu de perto uma situação bastante delicada.

“Sei como é a luta e o sofrimento durante esses tratamentos, e tem muita gente morrendo na fila”, explica.

A Guilherme Belarmino coube falar sobre a dificuldade na obtenção do diagnóstico precoce de câncer em crianças.

Belo Horizonte

Em um hospital de Belo Horizonte, há casos de quem levou até oito anos para descobrir qual era sua doença.

“Conheci uma menina que tinha câncer no ombro e, quando ela chegou para o tratamento ambulatorial; o tumor tinha avançado e ela teve de amputar o braço e o ombro.

Muitas crianças, antes de descobrir a doença, recebem diagnóstico de virose, de dor do crescimento, etc.”, relata Belarmino.

O Profissão Repórter vai ao ar no canal internacional da Globo nesta quinta-feira, 3 de novembro, no Japão.

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