Erupção do Monte Fuji: Japão se mobiliza para queda de cinzas
O Gabinete do Japão e o Governo Metropolitano de Tóquio iniciarão estudos conjuntos para planejar a resposta a uma grande erupção do Monte Fuji e a queda de cinzas em vastas áreas.
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O Gabinete do Japão e o Governo Metropolitano de Tóquio iniciarão estudos conjuntos para planejar a resposta a uma grande erupção do Monte Fuji e a queda de cinzas em vastas áreas.
As quatro maiores operadoras de telefonia do Japão lançarão o serviço 'Japan Roaming' em 1º de abril, garantindo comunicação em desastres naturais.
Quinze anos após o Grande Terremoto do Leste do Japão, o país reflete sobre a devastação de 2011, que causou quase 20 mil mortes e um acidente nuclear.
Quinze anos após o terremoto e tsunami de magnitude 9 que devastou a região de Tohoku, 2.519 pessoas ainda estão desaparecidas em seis províncias japonesas, segundo a Agência Nacional de Polícia.
Uma pesquisa da Cruz Vermelha Japonesa revela que 84,1% dos japoneses acreditam na iminência de um grande desastre, mas 69,2% admitem não estar preparados.
Embora o terremoto tenha sido forte, 9 pessoas ficaram feridas. Além disso, foram constatados danos materiais em quatro províncias.
Após o terremoto, o porta-voz da AMJ alertou para possibilidade de réplicas durante o tempo de uma semana em Shimane.
Um forte terremoto de magnitude 6,2 em Shimane e intensidade sísmica máxima de 5 abalou cidades de diversas províncias.
A AMJ informou sobre o novo Alerta de Perigo a ser informado quando há iminência de um dos 4 tipos de desastre ou mais. Salve esta matéria para salvar sua vida!
Apesar do período de alerta para um novo forte terremoto ter expirado, o risco ainda não foi totalmente descartado, segundo especialista.
Em três províncias, onde a intensidade sísmica do terremoto foi mais forte, há confirmações de feridos e de danos materiais diversos.