Planos estão em curso para começar a cobrar taxa de entrada no Monte Fuji

Publicado em 20 de fevereiro de 2020, em Conhecendo o Japão

O valor seria usado para ajudar a cobrir os custos de manutenção da montanha e suas instalações.

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O imponente Monte Fuji, a montanha mais alta do Japão (PM)

Chegar ao topo do Monte Fuji é uma das atividades turísticas que geralmente estão em primeiro lugar na lista de muitos residentes e turistas internacionais no Japão.

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Sendo a montanha mais alta do país, esse vulcão ativo – que entrou em erupção pela última vez em 1707-1708 – inspira muitos pintores e produtores de filmes ao longo dos séculos, imponente como um dos locais de Patrimônio Mundial da UNESCO e símbolo de orgulho da nação.

Durante os meses de verão, quando as trilhas estão livres da neve, milhares de pessoas vêm para escalar até o seu pico a 3.776 metros. Com aproximadamente 300 mil pessoas subindo a montanha todos os anos, o Conselho de Patrimônio Cultural Mundial do Monte Fuji vem enfrentando dificuldades para cobrir os custos ligados à renovação de banheiros nas cabanas das montanhas, a operação de estações de socorro ao longo das trilhas e a limpeza do lixo deixado pelos visitantes.

A fim de aliviar o problema, o conselho implementou um sistema de doação em 2014, pedindo aos alpinistas que contribuíssem com um valor não obrigatório de mil ienes. Entretanto, somente uma média de cerca de 50 por cento dos alpinistas de ambos os lados da montanha, Yamanashi e Shizuoka (a montanha cobre as duas províncias) tipicamente fizeram a doação a cada ano.

No ano passado, entretanto, o número de alpinistas que doou o valor subiu para 67.2% no lado de Yamanashi e 67.4% no de Shizuoka, oferecendo ao conselho evidência de que mais pessoas estão dispostas a ajudar a cobrir os custos de manutenção da montanha e suas instalações.

Um comitê especial do conselho responsável por supervisionar os custos de alpinismo se reuniu na segunda-feira (17) em Tóquio para discutir a questão, concordando formalmente na consideração de tornar valores de entrada obrigatórios.

O comitê, que aconselha o grupo de trabalho do Conselho de Patrimônio Cultural Mundial Fujisan, consiste de especialistas em alpinismo e questões ambientais, assim como representantes das províncias de Yamanashi e Shizuoka.

O grupo espera receber aprovação formal para o novo sistema de pagamento obrigatório na próxima reunião deles com o conselho em março.

Após a aprovação, o comitê diz que visa finalizar detalhes em relação ao valor e o método de coleta até o fim deste ano, com vista a ter o sistema em operação até o verão de 2022 o mais brevemente.

Fonte: Sora News


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