25 anos do ataque com gás sarin no metrô de Tóquio

Publicado em 20 de março de 2020, em Sociedade

Um dos piores crimes cometidos por um grupo religioso chamado Aum Shinrikyo foi o ataque terrorista usando gás sarin no metrô da capital japonesa.

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&nbsp25 anos do ataque com gás sarin no metrô de Tóquio
Às 8h um minuto de silêncio na estação Kasumigaseki (ANN)

Kazuyoshi Akaba, Ministro da Terra, Infraestrutura, Transporte e Turismo e sua equipe, sobreviventes e familiares das vítimas ofereceram flores no local.  

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Foi nessa data, há 25 anos, que ocorreu um dos piores crimes no Japão, o ataque com gás sarin.

Por causa desse ataque 13 pessoas morreram, entre elas funcionários da estação e passageiros. Em 10 deste mês uma vítima, Sachiko Asakawa, que lutou contra as sequelas, não resistiu e morreu. 

Mais de 6,2 mil pessoas tiveram lesões consideradas graves e outras mais leves. 

Pena de morte

Todos os 13 envolvidos nesse ataque terrorista, da seita Aum Shinrikyo, foram condenados à pena de morte e executados em julho do ano passado. O fundador da Verdade Suprema (tradução livre) era conhecido como Shoko Asahara, cujo nome verdadeiro era Chizuo Matsumoto.

Eles visaram um ataque ao governo, já que entre essa estação e Nagatacho ficam as sedes e palácios dos órgãos governamentais. 

Atividades da extinta seita

A Agência de Inteligência da Segurança Pública continua atenta aos novos grupos religiosos como Aleph, Hikari no Wa e Grupo Yamada, como supostos sucessores da Aum Shinrikyo. Dentre eles Aleph, novo nome da extinta Verdade Suprema, está recrutando ativamente jovens da nova geração.

Fontes: ANN e NHK


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