Escassez de mão de obra oferece oportunidades para mulheres motoristas

Publicado em 18 de junho de 2019, em Sociedade

Companhias japonesas vêm recrutando mais motoristas do sexo feminino em meio a uma grave escassez de mão de obra que está atingindo o setor de serviços.

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Mais mulheres trabalhando como motoristas (ilustrativa/banco de imagens)

De empresas de mudança a operadoras de táxi e trens, companhias japonesas vêm recrutando mais motoristas do sexo feminino em meio a uma grave escassez de mão de obra que está atingindo o setor de serviços de forma particularmente dura.

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Entretanto, a tomada de medidas para dar suporte às mulheres motoristas se tornou um desafio essencial para as empresas, visto que muitas mães que trabalham apontam dificuldades em balancear o trabalho e a família.

A Moving Service, grande empresa na área de mudanças, é uma das que está tentando trazer mais mulheres para trás do volante, visando aumentar o número de suas motoristas do sexo feminino do atual nível de 30 para 200 até o fim de março do ano que vem.

Em Quioto, a empresa de táxis Rakuto-taxi fundou um ramo somente de motoristas do sexo feminino, a Mitochan Taxi em 2013. O grupo emprega agora nove mulheres.

“No início houve uma reação negativa por parte de muitos motoristas homens que se mostraram céticos sobre se as mulheres estavam aptas ao trabalho”, disse a diretora Yuka Sugisaki.

“Entretanto, uma vez que começamos o serviço, a atenção das motoristas aos detalhes, como carregar a bagagem dos passageiros até a porta da frente de suas casas, foi bem recebida”, disse a diretora. “Os motoristas ficaram inspirados e a atmosfera no local de trabalho melhorou”.

A operadora de trens West Japan Railway introduziu medidas de apoio aos pais que trabalham, permitindo a eles que trabalhem menos dias e abrindo uma creche em abril com funcionamento 24 horas.

Uma condutora da JR West, que é mãe de três crianças, reduz seu trabalho mensal em até um máximo de oito dias para balancear a vida entre o trabalho e a família.

“Enquanto estou conduzindo um trem não posso sair e pegar meus filhos se eles tiverem febre na escola, disse ela. “Eu não poderia continuar trabalhando se os avós não morassem perto e ajudassem na criação delas”.

Seus comentários sugerem que mais necessidades precisam ser feitas a fim de promover as mulheres no local de trabalho. Iniciativas como a creche criada pela JR West podem fazer parte da solução.

Fonte: Mainichi


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