Leopalace em maus lençóis: mais de 11 mil prédios fora do padrão

Publicado em 20 de fevereiro de 2019, em Sociedade

A gigantesca empresa imobiliária informou à estatal NHK que são mais de 11 mil prédios com problema, fora do padrão da construção civil.

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Leopalace 21 com graves problemas (PM)

Segundo a rede estatal NHK a gigantesca empresa imobiliária Leopalace 21 constatou alguma irregularidade na construção em pelo menos 11 mil dos 39 mil prédios sob sua gestão, até o final do mês passado.

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São quase 30% dos prédios que não atendem totalmente ao padrão da lei da construção civil, em todo país. Até 28 do mês passado já concluíram o checking em 14 mil deles, sendo que em 11.243 foram encontradas irregularidades.

Em particular, os 7.711 inquilinos dos 641 edifícios que têm deficiências no teto com alto risco na estrutura refratária, foram requisitados para se mudarem até o próximo mês. Os encargos com a mudança serão bancados pela gestora, informou em coletiva de imprensa do dia 7 deste mês.

O Ministério da Terra, Infraestrutura e Transportes informou na quarta-feira (20) que foi informado de irregularidade em 1.895 prédios de 173 cidades do país.

Mas, há possibilidade de aumento significativo de mais edifícios com problema de violação do padrão de construção. A empresa Leopalace 21 informou que continua a investigação nos 25 mil remanescentes, pretendendo concluir o checking até junho.

Em relação às obras de reparo, informou que pretende concluí-las até outubro deste ano.

Proprietários e inquilinos revoltados

Os proprietários dos edifícios estão revoltados com a empresa. Criaram um grupo de vítimas para contestar judicialmente pelos prejuízos causados pela gestora.

Por outro lado, inquilinos estão igualmente insatisfeitos por terem sido pegos de surpresa para fazer mudança. Ainda mais no período em que estudantes e executivos transferidos alugam imóveis, o que causa congestionamento nas empresas de mudança.

Uma inquilina de Hyogo estava revoltada porque ao ir ao escritório para conferir a saída e mudança, foi informada que a despesa para se mudar seria submetida à apreciação. “Não poderemos arcar com toda a despesa”, ouviu.

Um inquilino de Saitama contou que, além de ter que deixar o apartamento, ainda chegou uma fatura para pagar o mês de março, que nem vai usar.

Na bolsa de valores suas ações chegaram a cair até menos da metade do valor.

Fontes: NHK, Zakzak e JCast


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