Brasileira admite a acusação do crime de assassinato da enfermeira

Publicado em 22 de fevereiro de 2019, em Sociedade

A ré brasileira finalmente admitiu a acusação do crime de assalto, homicídio e omissão do corpo da ex-colega e enfermeira de Osaka. Começou o julgamento.

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&nbspBrasileira admite a acusação do crime de assassinato da enfermeira
Brasileira está sendo julgada pelo crime de assalto e assassinato da ex-colega de escola, enfermeira Rika (Sankei/Asahi)

Foi dado início ao julgamento da ré brasileira Kate Yuri Oishi, 34, na sexta-feira (22), no Tribunal de Osaka (província homônima). Ela é acusada do crime de assalto seguido de homicídio da ex-colega de escola, enfermeira japonesa Rika Okada, 29 anos, que residia em Nishinari-ku, Osaka.

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A ré, depois de ouvir o conteúdo da acusação disse “não sei como dizer. Coloco nas mãos do advogado”. Em seguida, ele admitiu a acusação sobre ela.

Por outro lado, a defesa alegou que na ocasião do crime ela estava com uma desordem mental. “Há uma possibilidade de que a capacidade de controlar a ação tinha diminuído significativamente”, alegou o advogado.

Demonstrou contestar a responsabilidade criminal por conta do estado mental enfraquecido, na ocasião, por causa do transtorno de identidade dissociativa. Tem como um dos sintomas a falta de memória de eventos traumáticos e caracterizado por 2 estados de personalidade.

Assalto e assassinato

Em 22 de março de 2014 a ré Kate procurou pela ex-colega de escola em seu apartamento. Rika foi assassinada a facadas e Kate roubou documentos e dinheiro da enfermeira. Elas foram colegas de classe na tenra idade, do primário e ginásio, em Nara.

Quando o corpo da enfermeira foi encontrado, na segunda quinzena de maio, em um depósito de Tóquio, a brasileira já estava na China. Teria usado os documentos da vítima para providenciar o passaporte falsificado.

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Kate foi flagrada pela FNN, com sua amiga na China

Kate estava com seu visto de residência no Japão vencido, mas quis se reencontrar de todo jeito com sua amiga chinesa. Para esse fim, matou a ex-colega para falsificar documentos e se apossar do dinheiro e cartões de crédito, os quais usou para compras. Na ocasião, tinha dívida de 2,6 milhões de ienes e alegou que queria estudar, por isso foi para lá.

Depois de ter sido amplamente divulgado que o corpo foi encontrado, Kate se apresentou no consulado japonês em Xangai, no final de maio de 2014. Ficou presa na China.

O Japão e a China não possuem tratado de extradição, mas através das relações diplomáticas Kate foi entregue em janeiro de 2017. Estava presa, aguardando pelo julgamento, em Osaka.

A decisão sobre sua pena deverá ser entregue em 14 de março deste ano.

Fontes: Sankei, Nikkei e Asahi

 


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