Japão prevê encolhimento de 4,7% na economia devido à pandemia

Publicado em 16 de julho de 2020, em Economia

Entretanto, o BOJ prevê que a economia do país crescerá 3,3% no ano fiscal de 2021, com expectativas de que atividades econômicas retornarão gradualmente aos níveis pré-pandemia.

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Notas de ienes (banco de imagens PM)

O Banco do Japão – BOJ disse na quarta-feira (15) após sua reunião política que prevê um encolhimento de 4,7% na economia japonesa e que o índice de preços do consumidor caia 0,5% no ano fiscal de 2020 até março de 2021 devido à pandemia de coronavírus.

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O banco central decidiu manter sua política monetária ultrafacilitada para impulsionar a economia do país, mantendo taxas de juros a curto prazo a menos 0,1% enquanto guia as de longo prazo a cerca de 0%.

Embora a economia japonesa esteja enfrentando um surto bem menos letal de coronavírus do que a Europa e os EUA, um recente aumento nos casos em Tóquio continua a pesar sobre o sentimento e a inflação caiu para território negativo. As fabricantes do país também são profundamente dependentes de mercados onde a pandemia segue.

Em seu relatório anterior de perspectiva econômica e de inflação trimestral em abril, o banco central projetou que a economia contrairá entre 3 a 5 por cento para o ano fiscal de 2020, com a taxa de inflação caindo para território negativo entre menos 0,3 e menos 0,7 por cento.

A economia “tem estado em uma situação extremamente severa” com o impacto da pandemia de coronavírus ainda sendo sentida no Japão e no exterior, disse o BOJ em seu mais recente relatório trimestral divulgado após a reunião política.

Crescimento suave no futuro

O banco central, entretanto, prevê que a economia do país crescerá 3,3% no ano fiscal de 2021, com expectativas de que atividades econômicas retornarão gradualmente aos níveis pré-pandemia.

Mais de 90% dos economistas entrevistados neste mês disseram que o banco central fez o suficiente ou mais até agora para dar suporte à economia.

Enquanto falências no Japão tenham aumentado 6,3% em junho em comparação ao ano anterior e o desemprego para 2,9% em maio, os números sugerem que o banco central e esforços do governo estão ajudando a limitar os danos da crise. O aumento na taxa de desemprego é bem menor do que o visto em outras economias desenvolvidas.

Mesmo assim, o BOJ continuará a monitorar o impacto do coronavírus sobre negócios, principalmente os menores que empregam grande parte da força de trabalho do Japão.

Fonte: Japan Times


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