Salário mínimo médio do Japão sobe para 848 ienes

Publicado em 26 de julho de 2017, em Economia

A decisão foi anunciada na noite de terça-feira pelo Conselho Central do Salário Mínimo do Japão, com aumento de 25 ienes a hora.

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Anúncio do novo salário mínimo médio de ¥848, devendo ser implementado no outono deste ano (Flickr)

O Sub-Comitê do Conselho Central do Salário Mínimo, ligado ao Ministério da Saúde, Trabalho e Bem-Estar, decidiu na terça-feira (25), o aumento de 25 ienes para a média do salário mínimo, elevando-o a 848 ienes a hora. Esta decisão é para o ano fiscal de 2017. É o maior aumento desde 2002 e ficou dentro da meta do governo, que era de 3%.

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Com essa decisão, o governo espera promover melhorias nas condições para os empregados não regulares, como aqueles que trabalham em tempo parcial (part time)  ou arbeit (arubaito) que ganham pouco mais que o salário mínimo atual. Além disso, espera avançar para a redução da diferença salarial entre empregados regulares e não-regulares.

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Envelopes de contracheque com valores maiores

Novo salário mínimo a partir de outubro

A média salarial atual é de 823 ienes a hora e o Conselho de cada província determina o seu piso salarial mínimo. O governo espera implantar este novo valor já a partir de outubro deste ano.

O conselho, considerando a economia de cada região, dividiu as províncias em grupos de A a D, para a implantação do novo salário mínimo. No grupo A estão Tóquio, Kanagawa, Osaka e mais 3, com 26 ienes de aumento; no grupo B entraram Ibaraki, Shizuoka, Hyogo e mais 8 províncias, com 25 ienes a mais; no grupo C estão Hokkaido, Tokushima, Fukuoka e mais 11 províncias, com 24 ienes e no grupo D entraram Aomori, Ehime, Miyazaki e mais 13 províncias, com 22 ienes de aumento.

Com novo salário mínimo espera-se reduzir as diferenças

Em março deste ano, o governo anunciou que tem em mente chegar a mil ienes a hora, como média do país, com a execução da reforma trabalhista.

O número de trabalhadores não regulares no Japão é de cerca de 40%. Esse público recebe cerca de 60% a menos que o trabalhador regular. Segundo o jornal econômico Nikkei, está abaixo dos países europeus onde a margem é de 70 a 80%.

Com kaizen nesse aspecto, na redução dessa diferença, há expectativa de aquecimento da economia do país.

Fontes: Nikkei Shimbun e Yomiuri
Imagem ilustrativa: Flickr


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