Casos de coronavírus no mundo passam de 8 milhões

Publicado em 16 de junho de 2020, em Notícias do Mundo

Os EUA lideram o mundo com o maior número de infecções, cerca de 2 milhões. Contudo, o surto está crescendo mais rápido na América Latina.

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&nbspCasos de coronavírus no mundo passam de 8 milhões
Pessoas de máscara em rua no Rio de Janeiro, Brasil (ilustrativa/PM)

Casos globais de coronavírus passaram de 8 milhões na segunda-feira (15), enquanto infecções aumentam na América Latina e nos Estados Unidos e a China lida com novos surtos.

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Os Estados Unidos lideram o mundo com o maior número de infecções, cerca de 2 milhões ou 25% de todos os casos registrados. Entretanto, o surto está crescendo mais rápido na América Latina, que agora conta por 21% de todos os casos, de acordo com um cálculo da Reuters.

Os casos de Covid-19 no Brasil e mortes aumentaram para torná-lo o 2º maior foco do vírus no mundo.

O primeiro caso foi registrado na China no início de janeiro e levou até o início de maio para chegar aos 4 milhões. Demorou apenas 5 semanas para dobrar a 8 milhões, de acordo com o cálculo da Reuters.

As mortes globais passam de 434 mil e dobraram em 7 semanas.

Embora o número oficial de mortes do Brasil em decorrência da pandemia tenha aumentado para cerca de 44 mil, o impacto verdadeiro é provavelmente maior do que mostram os dados, dizem especialistas da saúde, citando falta de testes disseminados no maior país da América Latina.

Nos EUA, onde mais de 116 mil mortes foram registradas, testes estão acelerando meses após o início do surto.

Após casos terem diminuído em grande parte dos EUA, por semanas, muitas áreas estão agora registrando novos casos e internações. Temores de uma segunda onda em estados mais afetados – ou falha para controlar a primeira onda em alguns outros – levaram especialistas da saúde a fazerem um apelo ao público para que usem máscara, evitem grandes aglomerações e mantenham distanciamento social.

A China também está enfrentando um ressurgimento do vírus bem quando sua economia está tentando se recuperar de fechamentos no início deste ano. Após cerca de 2 meses sem registro de novas infecções, a capital Pequim tem observado um aumento nos casos ligados ao maior mercado atacadista de alimentos na Ásia.

Fonte: Agência Reuters


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