Holanda recolhe 600 mil máscaras com defeito importadas da China

Publicado em 30 de março de 2020, em Notícias do Mundo

A Holanda não é o único país a relatar o recebimento de equipamento com defeito da China em meio ao surto de coronavírus. Espanha e República Tcheca também relataram problemas similares.

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&nbspHolanda recolhe 600 mil máscaras com defeito importadas da China
As máscaras não fechavam direito na face e tinham filtros com defeito (ilustrativa/PM)

Oficiais na Holanda recolheram dezenas de milhares de máscaras importadas da China, e que haviam sido distribuídas a hospitais, porque não atenderam aos padrões de qualidade, disse o ministério da saúde do país no sábado (28).

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Eles receberam um lote de máscaras de uma fabricante chinesa em 21 de março, disse o ministério em uma declaração à AFP.

Uma primeira indicação de que as máscaras não atendiam seus padrões foi quando elas foram inspecionadas.

Parte do envio já havia sido distribuída a profissionais da saúde, disse a declaração. “O restante foi imediatamente suspenso”.

“Um segundo teste também revelou que as máscaras não atenderam as normas de qualidade. Agora foi decidido não usar qualquer uma do envio”, disse a declaração.

Envios futuros passariam por testes extras, acrescentou a declaração.

O recall relacionado à cerca da metade do envio de 1,3 milhão de máscaras, conhecidas como FFP2 – 600 mil já haviam sido enviadas a hospitais, divulgou o canal de TV NOS.

O problema com as máscaras era que não fechavam de forma adequada na face, ou tinham filtros com defeito, acrescentou o canal.

O ministério da saúde da França Olivier Veran anunciou que ele havia feito um pedido de mais de 1 bilhão de máscaras, particularmente da China, para ajudar o país a combater a pandemia de coronavírus.

A Holanda não é o único país a relatar o recebimento de equipamento com defeito da China.

Especialistas em microbiologia na Espanha disseram na semana passada que testes rápidos para coronavírus que o país havia comprado da China não estavam detectando consistentemente casos positivos.

Estudos desses testes descobriram que eles tinham apenas 30% de sensibilidade, o que significa que eles identificaram corretamente pessoas com o vírus em somente 30% das vezes, de acordo com o jornal espanhol El País.

Profissionais da área médica na República Tcheca também disseram que testes rápidos vindos da China não estavam funcionando apropriadamente.

Fonte: Straits Times


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