Buraco na camada de ozônio do polo sul é o menor já registrado

Publicado em 23 de outubro de 2019, em Notícias do Mundo

O encolhimento se deve mais ao fato do excêntrico clima Antártico do que aos esforços para reduzir a poluição, divulgou a NASA.

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Imagem da Terra (ilustrativa/banco de imagens PM)

O buraco de ozônio perto do polo sul neste ano é o menor desde que foi descoberto, mas se deve mais ao fato do excêntrico clima Antártico do que aos esforços para reduzir a poluição, divulgou a NASA.Nesse outono, o tamanho médio do buraco na camada de ozônio protetora da Terra é de 9,3 milhões que quilômetros quadrados. Isso representa queda de um pico de 26,6 milhões de quilômetros quadrados em 2006.

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O buraco deste ano é ainda menor do que aquele descoberto pela primeira vez em 1985.

“Isso é realmente uma boa notícia”, disse o cientista Paul Newman da NASA. “Isso significa mais ozônio na atmosfera sobre o hemisfério e menos radiação ultravioleta na superfície”.

A camada de ozônio da Terra blinda a vida na superfície da radiação solar prejudicial, mas compostos de cloro artificiais que podem durar no ar por 100 anos consomem o ozônio, criando um buraco sobre o Hemisfério Sul.

O buraco atinge seu pico em setembro e outubro e desaparece no fim de dezembro até a próxima primavera no Hemisfério Sul.

No Protocolo de Montreal de 1987 – o único tratado das Nações Unidas ratificado por todos os país  – proibiu muitos dos compostos de cloro usados em refrigerantes e aerossóis. A proibição resultou em um buraco de ozônio levemente menor nos últimos anos, mas o encolhimento drástico deste ano não vem desses esforços, disse Newman.

“É somente um acaso do clima”, disse Brian Toon, cientista atmosférico da Universidade do Colorado.

O cloro no ar precisa que temperaturas frias na estratosfera e nuvens se convertam em uma forma de substância química que consome o ozônio, disse Newman. As nuvens se vão quando ele esquenta.

Entretanto, esses meses de setembro e outubro, o vórtex polar do sul – o qual assim como o do norte é um espiral de ventos frios de alta velocidade em torno do polo – começou a quebrar. A 20Km de altura na atmosfera, as temperaturas estavam 16ºC mais quentes do que a média. O velocidade dos ventos caiu de normais 259Km/h para 108Km/h, divulgou a NASA.

Isso é algo que acontece por ocasião, ocorrendo em 1988 e 2002, mas não a esse extremo, disse Newman.

“Nos beneficiamos um pouco neste ano”, disse ele.

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A imagem da NASA mostra um mapa de um buraco na camada de ozônio sobre a Antártida em 20 de outubro de 2019. As cores roxas e azuis indicam a menor quantidade de ozônio e os amarelos e vermelhos mostra a maior (Foddard Space Flight Center/NASA via AP)
Fonte: Mainichi


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