Choque de trens no Peru deixa feridos

Muitos turistas estrangeiros ficaram feridos em uma colisão entre dois trens perto de Machu Picchu.

Trens operados por duas empresas ferroviárias rivais colidiram na rota principal que leva até Machu Picchu (Agência Andina)

Vários turistas estrangeiros ficaram feridos em uma colisão entre dois trens de passageiros perto do local turístico mais popular do Peru – a fortaleza inca Machu Picchu.

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O acidente ocorreu na terça-feira (31) quando trens operados por duas empresas ferroviárias rivais terem colidido na rota principal que leva até as ruínas a partir do vilarejo de Ollantaytambo, perto de Cusco, no sul do Peru, disse a polícia local.

Pelo menos 10 pessoas ficaram feridas na colisão, cinco delas gravemente, disse o instituto de defesa civil do país.

Testemunhas disseram que um trem da Peru Rail foi atingido atrás por um operado pela Inca Rail, outra empresa ferroviária que leva turistas até o local de Patrimônio Mundial da UNESCO.

A Inca Rail disse que um de seus passageiros, uma chilena, ficou ferida no acidente e que o restante continuaria suas viagens até Machu Picchu.

Já a Peru Rail disse que seus passageiros feridos foram encaminhados de ambulâncias a hospitais e que estava investigando a causa do incidente.

Contudo, pelo menos um passageiro no trem da Inca Rail disse a veículos de mídias locais que o trem parou por causa de um protesto que havia bloqueado os trilhos.

“Paramos por uma hora, então o protesto acabou, o trem continuou sua rota e cinco minutos depois sentimos um forte impacto por trás. Era um trem da Peru Rail que havia nos atingido”, disse Valeria Lozana à agência de notícias Andina.

A polícia está investigando se o protesto foi realizado por um grupo de turistas peruanos que não conseguiu entrar a bordo do trem em um ponto onde é reservado para comunidades locais que pagam tarifas com desconto.

O número de pessoas que visita o Machu Picchu atingiu o auge nos últimos anos, chegando a marca de 1,4 milhão em 2017 – uma média de 5.000 pessoas por dia durante julho e agosto, o dobro dos 2.500 visitantes recomendados pela UNESCO.

Veja o vídeo após a colisão:

Fonte: The Guardian
Imagem: Agência Andina
Vídeo: Facebook/abc Quincenario

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Depois da superlua veja super Marte

Publicado em 1 de agosto de 2018, em Sociedade

Marte mais próxima da Terra pela primeira vez em 15 anos, com distância mais curta de 57,59 milhões de quilômetros.

Com a aproximação da Terra, o planeta fica visível a olho nu, por isso tem sido chamada de super Marte (Chunichi)

Na noite de terça-feira (31) muitas pessoas ficaram olhando para o céu para contemplar Marte. E não é pra menos. Ela fica visível mesmo a olho nu. Apareceu deslumbrante, avermelhada, no céu noturno, marcando a data em que fica mais próxima da Terra.

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A cada 2 anos e 2 meses ela se aproxima, mas com menos de 60 milhões de quilômetros, foi desde 2003.

A aproximação ocorreu às 16h50, horário do Japão, de acordo com Observatório Astronômico Nacional.

Para ver esse planeta é preciso procurá-la no céu, lado sudeste, mais para o sul. Será possível vê-lo até os primeiros dias de setembro. 

Atualmente é possível no horário próximo de 23h até meia-noite. À medida que os dias vão passando o horário vai ficando mais cedo. Em meados de agosto Marte poderá ser vista por volta das 21h e no começo de setembro, lá pelas 20h.

Se não puder vê-la nesta época, a próxima acontecerá somente em 2035

O jornal Sankei fez uma transmissão ao vivo, na noite de 31 de julho, da cidade de Suita (Osaka). Veja o vídeo.

Fontes: Chunichi, Sankei e AllAbout 
Foto: Chunichi 

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