Polícia na Indonésia investiga reuso de cotonete em testes de Covid-19 em aeroporto

Publicado em 30 de abril de 2021, em Ásia

A polícia indonésia está investigando o caso, que envolve funcionários da companhia farmacêutica estatal Kimia Farma.

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&nbspPolícia na Indonésia investiga reuso de cotonete em testes de Covid-19 em aeroporto
Cotonete foi reusado em passageiros no Aeroporto Internacional de Kualanamu (ilustrativa/banco de imagens)

A polícia indonésia está investigando um caso envolvendo funcionários da companhia farmacêutica estatal Kimia Farma que reusaram um cotonete em passageiros que estavam realizando testes rápidos de antígenos para Covid-19, em um aeroporto na província de Sumatra do Norte.

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Um cotonete usado para esfregar a cavidade nasofaríngea de passageiros no Aeroporto Internacional de Kualanamu foi lavado e então reusado em outros passageiros, disse a polícia. As autoridades ainda precisam descobrir o motivo para tal ato.

Cada viajante é cobrado entre 200.000 ($18) e 300.000 rupias em aeroportos indonésios para testes de Covid-19 no local, se não apresenta qualquer prova de que testou negativo para coronavírus nas últimas 24 horas. Testes também são conduzidos em passageiros que chegam.

Tais testes estão disponíveis em clínicas particulares e hospitais, assim como em instalações drive-through onde as pessoas podem se registrar para teste através de vários apps para smartphone.

A divisão especial de crime da polícia provincial de Sumatra do Norte fez uma batida no Kualanamu na tarde de terça-feira (27) após um número suspeitosamente alto de queixas apresentadas por pessoas que foram rejeitadas no aeroporto após testarem positivo.

A polícia deteve vários dos funcionários e apreenderam evidência durante a batida.

“Estamos investigando”, disse o chefe da polícia de Sumatra do Norte, Dadang Hartanto.

“Damos apoio total à investigação da polícia no caso. O que funcionários de campo desonestos da Kimia Farma fizeram prejudicou a companhia, e é uma grave violação de regra”, disse Adil Fadilah Bulqini, chefe executivo da Kimia Farma, em uma declaração enviada aos repórteres na quarta-feira (28).

Fonte: Straits Times


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