Dois japoneses condenados à prisão no Camboja pela morte de taxista

Publicado em 4 de outubro de 2019, em Ásia

A dupla, que chegou a Siem Reap vinda da Tailândia um dia antes do crime, foi presa logo após bater o táxi não muito longe de onde foi roubado.

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&nbspDois japoneses condenados à prisão no Camboja pela morte de taxista
Ryuji Nakakuki (à esq.) e Reimon Ishida (à dir.) – NHK World

Dois japoneses foram julgados na quinta-feira (3) pelo assassinato de um taxista na província de Siem Reap, noroeste do Camboja, no início deste ano e condenados a pelo menos uma década na prisão.

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Ao transmitir o veredito, Um Chantol, juiz do Tribunal Provincial de Siem Reap, condenou Ryuji Nakakuki a 13 anos de prisão e seu amigo Reimon Ishida a 10 anos.

A dupla também foi ordenada a pagar uma compensação de 100 milhões de riels (cerca de US25.000) à família do taxista.

Dada a alta consideração que o Camboja tem pelo Japão, o qual forneceu assistência no desenvolvimento do país para ajudá-lo a se reconstruir de décadas de guerra civil, o caso chocou a comunidade local. A atenção ficou focada no veredito.

Na audiência realizada em 9 de setembro, Nakakuki, de 24 anos, da província de Fukushima, confessou ter sido a pessoa que esfaqueou o taxista de 40 anos, Hoem Chan, em 17 de março, embora tenha insistido que não tinha intenção de matá-lo.

Ishida, de 23 anos, ex- membro da Força Terrestre de Autodefesa da província de Chiba, também admitiu ter conspirado com Nakakuki para cometer o crime, que ocorreu a cerca de 18Km de Siem Reap, porta de entrada para os templos da antiga Angkor.

Nakakuki disse que tinha a intenção de roubar o táxi de Hoem Chan para cometer uma série de assaltos e então usar os ganhos ilícitos para pagar um empréstimo de um pequeno negócio de 3,5 milhões de ienes quando voltasse ao Japão.

A dupla, que chegou a Siem Reap vinda da Tailândia um dia antes do crime, foi presa logo após bater o táxi não muito longe de onde foi roubado.

Na audiência do mês passado, os dois pediram desculpas à Sok Chanroeun, de 37 anos, viúva da vítima e mãe de seus 4 filhos, que disse à corte que estava buscando uma compensação de US$100.000 da dupla de japoneses além de sua punição.

Falando no lado de fora da sala da corte após o veredito, Sok Chanroeun disse que estava feliz com a sentença, mas manifestou insatisfação em relação à compensação.

Quando perguntada se tinha a intenção de recorrer, ela disse que precisaria se consultar primeiro com um de seus parentes.

Fonte: Mainichi


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