Orientações sobre diagnóstico de autismo

Publicado em 14 de outubro de 2016, em Auxílios e subsídios, Saúde, Bem-Estar e Cotidiano

Veja orientações em relação a casos de diagnóstico de autismo, para brasileiros no Japão.

Neste Artigo:
&nbspOrientações sobre diagnóstico de autismo
(Imagem ilustrativa/Bank Image)

A incidência de diagnósticos de autismo preocupa educadores, profissionais de saúde e famílias da comunidade brasileira residente no Japão.

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Com o objetivo de obter informações gerais sobre os serviços disponíveis no país e sobre o que as famílias devem fazer em caso de suspeita ou diagnóstico de autismo, uma equipe do Consulado-Geral do Brasil em Tóquio reuniu-se com representantes do Ministério de Educação, Cultura, Esporte, Ciência e Tecnologia do Japão (MEXT).

No caso de crianças que frequentam escolas japonesas, quando há dificuldades de aprendizado que indiquem possíveis necessidades especiais, a situação pode ser avaliada em conjunto pelos professores, pelos pais e pelo próprio aluno, sob coordenação do Conselho Regional de Educação (“Shichouson Kyoin”) da prefeitura de residência.

Se for constatada a necessidade de um regime escolar diferenciado, os pais serão consultados e o aluno poderá receber reforço extracurricular, frequentar classes especiais ou ainda passar a frequentar uma escola especial. Depois da avaliação inicial, são realizados exames periódicos para verificar a necessidade de manter ou alterar o regime escolar especial.

Quando a criança não alcançou a idade escolar ou não frequenta escola japonesa, o primeiro passo em casa de suspeita de autismo é procurar o centro de orientação e apoio a pessoas com transtornos de desenvolvimento da província de residência (“Hattatsu Shogai Jyoho Shien Center”). Esse é o órgão responsável por  encaminhar as famílias às clínicas e profissionais que prestarão atendimento especializado, como psicólogos, neurologistas, pedagogos e outros.

Uma vez diagnosticado o transtorno, as famílias devem requerer certificado específico (“ai no techo”) ao setor de assistência social (“Fukushika”) ou centro de orientação e assistência à criança (“jidou sodanjyo”) da prefeitura onde residem. A carteirinha é imprescindível para receber atendimento especializado e apoio dos órgãos públicos.

Não há previsão, no sistema local, de atendimento em idiomas estrangeiros. Entre as províncias da jurisdição do Consulado em Tóquio com maior concentração de cidadãos brasileiros, apenas em Kanagawa é oferecido atendimento especializado em inglês.

Lembramos que o Consulado em Tóquio oferece gratuitamente orientação médica e psicológica com profissionais qualificados, em português. Para verificar os horários de atendimento, acesse http://cgtoquio.itamaraty.gov.br/pt-br/orientacao_medica.xml.

Mais informações sobre o assunto, incluindo a lista de centros de orientação e apoio a pessoas com transtornos de desenvolvimento em cada província, estão disponíveis nos links:

– centro de orientação e apoio a pessoas com transtornos de desenvolvimento (“Hattatsu Shogai Jyoho Shien Center”): http://www.rehab.go.jp/ddis/相談窓口の情報/
– NPO “Group With”: http://www.groupwith.info/htdocs/index.php?action=pages_view_main&page_id=26

Via Consulado-Geral do Brasil em Tóquio


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