Toda criança nasce essencialmente boa

Publicado em 18 de março de 2019, em Juliana Palma

Toda criança nasce essencialmente boa, toda criança é carinhosa por natureza, toda criança quer aprender e cooperar. 

Neste Artigo:

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As crianças são por natureza boas, carinhosas, cooperativas e estão dispostas a aprender.

E se toda a criança nasce boa, o que as transformam em pessoas perversas e capazes de cometer crimes como esse da escola em Suzano?

Eu poderia dar várias respostas ou nenhuma.  Eu posso passar horas escrevendo, mas não vou.

Hoje eu quero escrever sobre a importância de olharmos nossos filhos. Olhá-los nos olhos, conhecê-los. Saber o que eles gostam, o que eles fazem, qual a sua cor favorita…

Hoje eu quero que você reflita sobre quanto tempo você passa com seu filho. Não me refiro a estarem no mesmo espaço físico, mas juntos mesmo sabe? Conversando, olho no olho.

Hoje eu quero que você responda para si, quem é o melhor amigo do seu filho? Qual a matéria que ele mais gosta? O que ele está jogando atualmente?

Será que seu filho enfrenta problemas na escola? Será que ele enfrenta algum problema social ou de aprendizagem? Aliás, o que seu filho está aprendendo na escola, você saberia responder isso agora?

Qual a cor preferida do seu filho? Seu doce favorito? O que ele pensa sobre morar no Japão, sobre a escola que ele estuda? Ele sente falta do Brasil?

O que o seu filho quer ser quando crescer? Qual sua brincadeira favorita? Aliás, você brinca com seu filho?

Toda criança nasce essencialmente boa, toda criança é carinhosa por natureza, toda criança quer aprender e cooperar.  Toda criança também precisa se sentir aceita e importante.

O que faz uma criança mudar?

A criança muda quando se sente abandonada, quando se sente perdida, quando se sente sozinha. A criança muda quando os pais não a olham, quando os pais as dão responsabilidade demais ou de menos.

A criança muda quando sente que não tem mais jeito, que não é ouvida, que ela perdeu.

E apesar de eu querer encontrar uma explicação racional para o que aconteceu, hoje eu quero apenas dizer que:

A vida é como um sopro.
Ame seu filho hoje.
Abrace o seu filho hoje.
Se doe a ele hoje.

Hoje eu quero apenas que você mãe e que você pai, abrace seus filhos.
Abrace com todo o seu amor.
Abrace por todos os pais que perderam o seu filho nessa tragédia.
Mas abrace principalmente porque seu filho é o que mais importa na sua vida.
E abrace-o para que ele saiba disso.

Que essa tragédia possa dar uma ressignificância à parentalidade.
Que possamos aprender sobre nossas crianças para assim compreendê-las.
Que possamos nos conscientizar da importância da orientação e da regulação emocional das crianças.

E agora, só posso desejar profundamente que A Paz de Deus acalente o coração desses pais que perderam seus filhos.

Autora: Julia Palma

Coluna escrita por Juliana Palma

Juliana Palma é mãe, Pedagoga e Neuroeducadora, Educadora Parental e Especialista em Disciplina Positiva para pais, professores, casais e empresas. Gosta de viajar fazendo palestras, workshops e ministrando treinamentos em Educação e Relacionamentos positivos.

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