Pequena fábrica na China está produzindo máscaras que matam bactéria

Publicado em 9 de março de 2020, em Ásia e atualizado em 10 de março de 2020 as 5:03 PM

Com base em experimentos e pesquisa feitos por grandes institutos, a fabrica diz que a camada de nanoprata em suas máscaras pode matar bactérias.

Neste Artigo:
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Há escassez de máscaras em vários países por causa do coronavírus (ilustrativa/PM)

Até agora a histeria que rodeia as máscaras cirúrgicas, sua eficácia e que tipos realmente funcionam, se tornaram um fundamento na esfera de todas as coisa que envolvem o coronavírus.

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Alguns veem isso como exagero, mas aqueles que se opõem às críticas chamam as máscaras de melhor forma de qualidade de medida preventiva, quase uma necessidade para qualquer um que se aventurem em aglomerações.

Na China, a Comissão Nacional de Saúde, junto com autoridades locais, apoiaram o uso das máscaras.

Ao longo dos últimos meses, há escassez de máscaras e os fornecimentos estão se recuperando. Enquanto isso, fábricas reabriram aumentando suas capacidades de produção, embora por vezes ainda enfrentem dificuldades com a falta de funcionários.

Garantir a qualidade desse tipo de material de proteção e manter preços estáveis vêm sendo um objetivo principal de autoridades da saúde e reguladoras relevantes. De onde as máscaras vêm e para quem elas vão também têm sido uma questão que exige monitoramento extra.

Tem sido uma realidade que evidentemente ajudou e atrapalhou algumas fabricantes de máscaras. Isso também pode ser dito para a fabricante de máscaras Anxin, sediada em Zhuhai. Ela também enfrentou mais obstáculos devido a uma tecnologia única de entrelaçamento usada em seus produtos – a tecnologia nanoprata.

Falando sobre seu equipamento de produção de fábrica, o presidente da empresa diz que estão fazendo o melhor com que eles têm.

“Até agora podemos importar apenas dois, porque o tempo, o envio e a entrega desse equipamento, ocorrerá aqui apenas após abril ou maio. Mas acreditamos que, nessa época, a situação pode estar controlada”, diz Li Zhanhong.

Fazer uso de uma linha de produção totalmente automatizada junto com uma que requer uma equipe completa de trabalhadores, mantém sua produção total a um nível modesto. Um fator nesse contexto é que eles usam uma tecnologia médica de Grau 3, conhecida como nanoprata, a qual tornou seu processo anterior de conquistar certificação e aprovação, um muito longo.

A empresa diz que suas máscaras poderiam fazer uma grande diferença na batalha contra a Covid-19. Com base em experimentos e pesquisa feitos por grandes institutos em Hong Kong, a Anxin diz que a camada de nanoprata em suas máscaras pode matar bactérias.

“Adicionamos aditivos nanopratas especiais, os quais são tecnologia patenteada de nossa companhia. Eles absorvem água e também ar úmido quando exalamos”, diz Zhou Jiafa, gerente geral da companhia.

“As partículas de nanoprata liberam íons continuamente, os quais são capazes de matar vírus e bactérias. Após 8 horas de uso por dia, e com base em testes conduzidos pela Universidade Politécnica de Hong Kong, o conteúdo de bactérias de nossas máscaras é menor do que o de uma padrão. Nossas máscaras podem ser usadas de forma segura e por cerca de 7 dias”.

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As máscaras de nanoprata produzidas na fábrica (CGNT)

O desenvolvimento de tecnologia nanoprata na China vem sendo um processo demorado, justificando obstáculos como certificação e licenciamento.

Ao longo dos anos, a Anxin investiu na pesquisa e desenvolvimento do material, remontando ao surto de SARS de 2003. Com o suporte de autoridades locais e um processo de aprovação rápido, a companhia é agora capaz de ajudar a fornecer suprimentos médicos durante o surto de coronavírus.

Embora haja resultados apoiados cientificamente quando se fala nessa substância que é capaz de matar bactérias, o efeito direto que ela pode ter nessa cepa de coronavírus não é estabilizado. As máscaras produzidas pela Anxin não significam um resposta à Covid-19, implicando que a nanoprata pode eliminar e matar efetivamente o vírus. Ao invés disso, as máscaras se mantêm livres de bactérias, eliminado outros perigos possíveis.

Visto que as máscaras podem quase se autossutentar e se autolimpar, sua reusabilidade é um grande fator de venda. A Anxin diz que cada máscara pode ser usada por até 8 horas por dia para uma semana toda de 7 dias.

Assumindo que não haja manipulação ou dano, enquanto mantém a máscara em um lugar seco enquanto não a usa, seus produtos podem possivelmente percorrer um longo caminho em reduzir o lixo e potencial transmissão de itens contaminados. Há também a vantagem de usar menos matéria-prima ao longo do curso da produção.

A companhia diz que ela recentemente conseguiu aprovação de autoridades da província de Guangdong e daquelas em Zhuhai. Até março, a Anxin pretende fornecer suas máscaras a institutos médicos, hospitais e outras áreas afetadas. A venda de produtos no mercado para uso regular deve ocorrer logo depois.

Fonte: CGNT


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