Data: 18 de maio de 2013

Cantora Sol – O Retorno

Categoria: - Local: Data: 18 de maio de 2013

Cantora SolSandra Fátima do Valle Reis, assim ninguém vai descobrir minha entrevistada não é? Mas se apresenta-la como a cantora Sol, aí a coisa muda! Sol nasceu em Florianópolis/SC, mas mora em São Paulo/ Capital, acompanhada dos seus 4 gatinhos que ama como se fossem crianças. Após uma ausência do meio artístico por uma série de acontecimentos… que ela vai nos contar aqui, esta volta com força total para fazer o que tanto ama, que é cantar e levar alegria para os fãs espalhados por todo o Brasil e quem sabe muito em breve no exterior também! Sol é uma artista internacional, onde se apresentou em vários paíse, inclusive Japão, onde morou por 2 anos.

Sol, é verdade que iniciou na carreira artística aos 7 anos de idade?
Sim, comecei a cantar aos 7 aninhos de idade e no segundo mês que comecei a participar de programa de tv, assinei contrato com a emissora e comecei a ganhar meu cachê mensal.

Quando criança estudou teoria musical, piano, acordeão, violão, ballet clássico e canto lírico. E tempo pra brincar?
Iniciei o trabalho como gente grande realmente muito cedo, e durante 6 anos fiz 3 vezes por semana as aulas de música (acordéon e piano) mas ballet clássico comecei aos 12 aninhos, e canto lírico fiz durante 2 anos com uma professora austríaca maravilhosa, que também me dava aulas de piano para solidificar minha carreira, mas sempre encontrava um tempinho prá brincar com meus coleguinhas de escola.

Você é uma artista que domina vários idiomas?
Falo inglês, espanhol, italiano, japonês, canto em alemão e francês, além do meu idioma português.

É formada em direito. Nunca sentiu vontade de exercer a profissão?
Apenas realizei o curso de direito e me formei de acordo com o protocolo, além de possuir a carteira da OAB… mas prefiro exercer as leis do amor através da música.

E o seu livro Paraíso da Sol, Paraíso de Todos Nós. Já foi lançado?
O meu livro é uma mescla de diário e autobiografia e está em fase de acabamento. Creio que em alguns meses estará disponível nas livrarias e em lojas direcionadas à cultura e diversão. Estou escrevendo os últimos capítulos e será um entretenimento muito especial, pois é um relato dos fatos mais marcantes e interessantes que aconteceram durante a minha arte de cantar e no período em que visitei e trabalhei em alguns países, especialmente o Japão. Será repleto de fotos muito lindas e relatos verdadeiros.

Você já tem um livro lançado Contos Eróticos. Porque essa preferência pelo erotismo?
Na verdade escrevi os Contos Eróticas baseados em fatos reais e os gravei em estúdio. Depois fizemos um comercial muito sensual que foi apresentado ao público através das emissoras de TV das 22:00 às 06:00 da manhã mostrando o contato muito sugestivo 0900- 0069… e as pessoas ligavam para ouvirem a Sol contando suavemente as estórias eróticas. Dei início à Era do Erotismo na TV através do Sol Sexy, que se transformou num estrondo de sucesso por ser cantora e comecei a expor o lado de atriz erótica, apenas falando e convidando os telespectadores para ligar e me ouvir. Mas depois de alguns meses aquele trabalho foi proibido pela censura, e este fato me favoreceu ainda mais, pois acabei sendo convidada para explicar o por que da proibição no Programa Fantástico/TV Globo.Cantora Sol

E sobre o mix personalizado Sol Sexy Sagrada e Profana onde mistura sedução e ingenuidade?
Desde que gravei pela primeira vez as minhas músicas a produção da BMG/Ariola, sugeriu que eu me tornasse uma cantora sexy, e como eu ainda não tinha experiência nessa área porque tinha apenas 14 anos fiquei meio apavorada, mas comecei a pesquisar para poder realizar um trabalho que fosse talentoso e sensual, mas sem vulgaridade. Consegui formatar meu personagem, que se tornou muito conhecido pelo público em alguns meses, e depois as oportunidades foram surgindo e as portas foram se abrindo para que eu conseguisse me tornar uma cantora reconhecida também pelo fato de cantar trechos de opéra além de ser apenas sensual.

Sua trajetória artística é internacional, onde se apresentou em mais de 15 países. Que países conheceu?
Realizei o Show Sol Sexy, Sagrada & Profana no Japão (Tokyo, Niigata, Shizuoka, Kyoto, Fukuoka), Korea do Sul (Seul e Pusan), Filipinas (Manilla), Saipan e Gwam (duas ilhas lindas), Hong Kong/China, Rússia (Moscow), Romênia (Bucarest), Bulgária (Sophia), Irlanda, EUA (New York, Los Angeles, Miami), Paraguai, Uruguai, Argentina, Bolívia e Brasil.

Inclusive morou aqui no Japão por 2 anos fazendo shows. Como foi sua estadia em solo nipônico?
Foi uma experiência maravilhosa e de muito aprendizado, inclusive além da cultura japonesa ser soberana os costumes são sólidos e permitem que as pessoas vivam muito bem e tenham segurança. Em Tokyo trabalhei nos bairros de Shinjuku, Shibuya e Ginza, e nas cidades citadas acima… e amei todos os locais por onde tive o privilégio de passar, pois cada um me ensinou alguma coisa muito especial.

Você dava aulas de português e inglês?
Tive alguns alunos aos quais ensinei português e inglês e aprendi a sambar em Tokyo através dos desfiles de escola de samba que são realizados no período de verão, além de ter participado de alguns comerciais de cerveja e de ter feito várias capas de revistas durante o inverno.

Cantora SolQue história é essa, de que se casou com um japonês?
Foi meu segundo casamento pelas leis de Buda/Deus. Ele é japonês, mas fala português, e me ensinou a falar e cantar em japonês sem sotaque de gaijin, e também a escrever através do katakana. Realmente foram momentos intensos e eternos que me trazem muitas lembranças agradáveis. O sashiburi desu ne (A quanto tempo). Tenho muita saudade dele e do Japão.

O que mais gostou no Japão?
Gostei de tudo no Japão… especialmente do respeito, organização, segurança, educação, tranquilidade, e especialmente da beleza ímpar da sakurá (cerejeira).Cheguei a chorar de alegria quando vi pela primeira vez, tantas flores lindas e coloridas embelezando ainda mais a rua em que eu estava andando em Shinagawa, bairro em que morei em Tokyo.

E o que achou mais estranho ?
Nunca estranhei nada no Japão, todos os locais que conheço são soberbos e muito bem cuidados, com um bom-gosto incomparável.

Depois de viver aqui por 2 anos, você retornou ao país?
Voltei algumas vezes mas fiquei períodos pequenos, e sinto saudades porque de todos os países que conheço o Japão é ichi ban (número 1) e o mais organizado.

Na década de 80 você se apresentava no Programa do Bolinha (TV Bandeirantes) quase toda semana cantando ou como jurada, além de se apresentar nos shows que ele fazia por todo o Brasil. Ele foi seu grande incentivador? Foi ele quem deu a idéia de você jogar sua calcinha durante os shows?
Foi sim… o Bolinha foi um grande cara, em todos os sentidos, e como profissional ele me deu um apoio imenso na sequência do Show Sexy que eu já fazia. Na segunda viagem que fiz com a Caravana, ele chegou à minha frente e disse: Hoje você vai tirar a calcinha… e eu achei que ele estava brincando e comecei a rir… daí perguntei: Sério mesmo? Posso tirar e jogar para o público? E ele respondeu… Pode sim, e se der certo, você pode continuar tirando no final do seu show. Eu achei hilário, porque eu já tirava mas tinha um certo receio de que ele nunca fosse concordar, porque ele sempre foi muito enérgico com todos os artistas e ao mesmo tempo sempre foi um grande amigo. Mas deu certo… todo mundo gostou, e sempre me pedem prá tirar, acredita ? Faço um show sensual e de bom – gosto, no estilo Bélle Èpoque/Lido de Paris, sem nenhuma vulgaridade… por isso fica lindo e nunca perde o clímax no final do Show. Eu sempre considerei que até para tirar a roupa uma mulher precisa ter estilo.

Você fez show no Garimpo da Serra Pelada. Como foi a experiência de se apresentar num lugar que só tinha homens?
Fui a primeira cantora famosa a se apresentar num local onde somente haviam homens, e alguns meses depois no Garimpo de Serra Pelada foi liberada a entrada de mulheres, daí fui convidada pela Playboy para realizar uma matéria naquele local. Mas no dia em que chegamos com a equipe da revista choveu muito e caíram alguns barrancos, muitas pessoas morreram soterradas. Fiquei em pânico, que tentei ajudar naquele horror que acabei presenciando, mas sou muito fraca para ver sangue e cheguei a desmaiar, daí tive que ficar quietinha para poder aguardar um momento mais tranquilo e realizar o meu trabalho. Depois de alguns dias até que o pessoal estivesse mais calmo e a poeira abaixasse começamos parte da matéria, pois as fotos de nu eu fiz quando voltamos à São Paulo, no estúdio da revista.Cantora Sol

No final do show, você jogou sua calcinha para o público. Qual foi a reação deles?
Você nem pode imaginar a reação do pessoal pois era um fato inédito e ninguém havia tido esta ideia antes de mim. No final do Show quando joguei a calcinha prá galera, foi um empurra-empurra prá pegar que algumas pessoas acabaram se machucando, e para que não houvesse mais terror acabei jogando várias calcinhas. Quando cheguei ao Hotel onde estávamos hospedados os garimpeiros fizeram fila para me ver e para fotografarem comigo, devo ter ficado umas 3 horas para poder dar atenção à grande parte daquelas pessoas tão sofridas e tão queridas, que apesar do desmoronamento daqueles barrancos conseguiram estar presentes no meu Show.

E sobre essa história de Disk Erótico?
Eu desbravei aquela montanha, através dos Contos Eróticos gravados e ouvidos pelas pessoas que gostam daquele gênero de estórias, mas acabou sendo proibido o meu comercial, só que agora eles fazem de um modo não muito interessante e ficou meio vulgar, sem atrativos, pois tudo o que é muito fácil, perde a graça né?

Quantas vezes posou nua?
Fiz a Playboy e algumas outras revistas do gênero, mas fui eu quem produzi as outras matérias para que o meu personagem não fosse mal interpretado, uma vez que até para mostrar a natureza humana a pessoa deve ter categoria.

Cantora SolOs boatos sobre um programa só seu na TV, é verdadeiro?
É verdadeiro sim… nossa, como você sabe ? Fui convidada pelo Petrúcio Melo para apresentar o Programa da Sol… Onde a estrela é você, através da TV Orkut, e estamos organizando as coisas para que a estréia seja em breve, ainda não definimos a data.

Você ficou um tempo afastada da mídia. Porque?
Aconteceram fatos muito tristes, como a perda do meu pai, meu ex-marido, e o assalto à nossa cobertura, coisas que só por aqui são “normais”, e como sou uma pessoa muito sensível, precisei fazer uma recomposição da minha existência, como pessoa e como artista. Precisei dar um tempo para colocar a vida em ordem, mas já recomecei e estou fazendo a divulgação do Gato Fujão, Massagem Tailandesa e Meu Fã que são as músicas do single… e também recomecei a fazer Shows apresentando o Sol Dellirium, que realmente está levando o público ao delírio… tanto pelas músicas quanto pelo meu modo de me apresentar,

Como esta sendo seu retorno ao cenário artístico?
Estou reencontrando pessoas ótimas e conhecendo algumas maravilhosas, inclusive o compositor Tony Barbosa de Gato Fujão que tem uma linha de pensamento muito semelhante ao meu modo de conduzir o meu trabalho… e tudo de bom está retornando ao seu devido lugar, e tudo à seu tempo será realizado pois as músicas são ótimas e o público está se identificando com elas…

O que a Sol promete aos fãs nesse retorno?
Muita alegria, muita sensualidade, muitas apresentações em programas de TV, muitos shows e gostaria muito de voltar à Terra do Sol Nascente…Estes são os meus maiores objetivos, pois para vivermos bem, temos a obrigação de ver e respeitar o melhor lado da vida que é o Amor…

Deixe uma mensagem aos brasileiros aqui no Japão.
Um grande beijo a todos os brasileiros que residem e trabalham neste país tão nobre… e sempre que estiverem tomando sake e comendo tempura, lembrem de mim… especialmente quando olharem a sakura… pois grande parte de mim ainda reside no Japão, país que amo e respeito.

Domo arigatou gozaimashita, sayonara.

Vídeos com a cantora Sol

SOL (11) 99408-1963 Claro 95246-8365 Tim
www.cantora-sol.blogspot.com
www.facebook.com/cantora.sol
www.sonico.com/cantorasol

Reportagem
Cleo Oshiro –  Colunista Social

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