Quioto lidera novo ranking de cidades japonesas mais atrativas para pessoas e negócios

Publicado em 4 de outubro de 2018, em Sociedade

A antiga capital do Japão lidera um novo ranking das cidades japonesas mais atrativas para pessoas e negócios por sua riqueza de patrimônios culturais, universidades e outros fatores.

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Quioto e seus belos locais: Bosque de Bambus (à esq.), Kinkaku-ji (sup. à dir.) e Ryozen Kannon (inf. à à dir.)

Quioto lidera um novo ranking das cidades japonesas mais atrativas para pessoas e negócios, graças a uma riqueza de patrimônios culturais e universidades na antiga capital do Japão.

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O ranking Japan Power Cities – compilado por um instituto de pesquisa afiliado à Mori Bulding, da área imobiliária – cobre 72 cidades com exceção de Tóquio. Com base em 83 indicadores quantitativos e uma pesquisa com residentes, as cidades são avaliadas de acordo com seis critérios: economia e negócios, pesquisa e desenvolvimento, cultura, habitabilidade, ambiente e transporte e acessibilidade.

A pontuação total de Quioto foi de 1,270.2, ficando no topo na categoria cultura graças a várias atrações históricas como templos, assim como eventos locais e especialidades gastronômicas.

A cidade ficou em 2º na categoria pesquisa e desenvolvimento, com um grande número de jornais publicados. A comunidade científica da cidade inclui um ganhador do Nobel, o biólogo Shinya Yamanaka, que lidera um centro de pesquisa de células-tronco na Universidade de Quioto.

As empresas líderes de Quioto incluem a Nintendo e as fabricantes de eletrônicos Nidec e Kyocera.

Contudo, a cidade ficou na 33ª posição em habitabilidade, o que se deve a uma baixa taxa de natalidade e a uma disponibilidade limitada de casas acessíveis a pessoas com deficiência física.

Fukuoka, Osaka e Nagoia

Fukuoka, uma das cidades mais próximas de outros países asiáticos, ficou em 2º lugar no ranking, com uma pontuação de 1,155.3. A cidade no sudoeste do Japão ficou em 3º na categoria economia por causa de suas várias zonas econômicas especiais e novas aberturas de negócios e também em terceiro na categoria cultura e acessibilidade.

Na categoria ambiente não foi muito bem – em 57º lugar- por suas baixas taxas de reciclagem e pobre autossuficiência em renovação de energia.

Osaka, com uma pontuação de 1,131.8 ficou em 3º no ranking. A terceira cidade mais populosa do Japão ficou em 1º na categoria economia e acesso e na 2ª posição em cultura. Contudo, ela ficou na 71ª posição em habitabilidade e na 72ª em ambiente.

Nagoia ficou em 4º lugar no ranking, com pontuação de 1,104.5. A cidade alcançou o 1º lugar na categoria pesquisa e desenvolvimento e 2º no quesito economia e acesso. Contudo, ficou em 67º na categoria ambiente.

O Instituto da Fundação Memorial Mori para Estratégias Urbanas compila o Global Power Cities há anos, mas este marca seu primeiro ranking de cidades japonesas.

A organização espera que o relatório ajude cidades além de Tóquio a identificarem os desafios para revitalizar suas economias.

Fonte: Nikkei
Imagem: Banco de imagens


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