ONU aprova e adota novas sanções contra a Coreia do Norte

Publicado em 12 de setembro de 2017, em Notícias do Mundo, Política

Por unanimidade, o Conselho de Segurança da ONU aprova novas sanções contra a Coreia do Norte. Veja mais.

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Embaixadores da ONU aprovam por unanimidade novas sanções contra a Coreia do Norte em Reunião do Conselho de Segurança sediado em Nova York nesta terça-feira (horário japonês)

Após 9 dias do 6º teste nuclear da Coreia do Norte em 3 deste mês, o Conselho de Segurança das Nações Unidas aprovou e adotou novas sanções contra a Coreia do Norte, por volta das 7h00 de terça-feira (12), horário japonês.

Essa é a nova sanção contra a Coreia do Norte, contudo, pela primeira vez o foco principal foi o petróleo bruto. A Embaixadora dos EUA das Nações Unidas Nikki Haley pronunciou: “O Conselho de Segurança realizou medidas nunca antes tomadas. Estamos tentando confiscar o projeto de desenvolvimento nuclear do Estado perigoso que é a Coreia do Norte ao cortar o financiamento e combustível. O petróleo é a força motriz da produção e transporte das armas nucleares.”

As sanções aprovadas limitam a importação de produtos refinados do petróleo (como gasolina e querosene) dos países associados por parte da Coreia do Norte para 2 milhões de barris por ano e a exportação para 4 milhões de barris. Segundo o governo dos EUA, a Coreia do Norte importa 4.5 milhões de barris anualmente. Com o corte, a redução foi de 55%. No total, houve o corte de 30% da importação e exportação da Coreia do Norte.

“Os produtos refinados do petróleo são os mais utilizados (para o desenvolvimento nuclear e outros). É extremamente importante limitar essa parte.”, disse Koro Bessho, Embaixador do Japão nas Nações Unidas.

As sanções também proíbem a exportação de produtos têxteis (tecidos) da Coreia do Norte. Os produtos têxteis nunca haviam sido mencionados em uma sanção. Esta era a principal (e única) indústria no mercado internacional, e a Coreia do Norte conseguia arrecadar aproximadamente US$760 milhões (aprox. ¥83 bilhões) anualmente.

Além disso, também foi proibida a renovação dos contratos atuais dos trabalhadores contingentes, que são uma maneira de arrecadação de verba da Coreia do Norte para o desenvolvimento balístico e nuclear. Estima-se que 93 mil norte-coreanos estejam trabalhando no exterior e, caso todos os contratos se finalizem, a Coreia do Norte sofrerá um impacto de US$500 milhões (aprox. 55 bilhões). Se as sanções forem totalmente introduzidas, juntamente com os produtos têxteis, a Coreia do Norte perderá cerca de US$1.3 bilhão de finanças.

Inicialmente, estava prevista a proibição de viagens e o congelamento dos ativos estrangeiros de Kim Jong-un. Contudo, como havia a possibilidade da Coreia do Norte intensificar sua posição, o planejamento inicial foi rejeitado.

Até mesmo a China e a Rússia, que são contra a instabilidade da Península Coreana, concordaram com as novas sanções. “Condenamos fortemente os testes nucleares da Coreia do Norte”, disse Liu Jieyi, Embaixador da China nas Nações Unidas.

Fonte e Imagem: Asahi Shimbun

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