Família peruana que seria deportada implora para permanecer no Japão

Publicado em 15 de agosto de 2017, em Comunidade

Família peruana entra com ação na justiça japonesa para requerer a permanência no país. Veja o drama da mãe que apela para a consideração humanitária.

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Mãe e grupo de apoio durante a coletiva de imprensa em 28 de setembro do ano passado (Sankei News)

Uma família sem permissão para continuar residindo no Japão chamou à atenção da mídia japonesa. A mãe, Nelly Judith J. Moreno, 51, e seus 2 filhos entraram com uma ação no Tribunal do Distrito de Osaka. Eles requerem a permanência no Japão, ainda que tenham recebido notificação do Departamento de Imigração de que seriam deportados nas férias escolares de verão. A audiência foi nesta terça-feira (15), onde a mãe implorou autorização de permanência especial.

Não temos para onde voltar. Nem sabemos falar espanhol. O meu lugar é no Japão”, clamou a filha, segundo o noticiário MBS.

Pai deportado

Nelly tem 2 filhos, sendo a mais velha com 15 anos e estudante do primeiro ano colegial. Seu segundo filho tem 14 e é estudante do segundo ano ginasial. Eles residem na província de Osaka. A mídia não informou em que cidade.

O motivo da deportação é que o marido, 60, foi preso em 2011, por estar vivendo ilegalmente no país. Ele veio ao Japão em 1991. Apesar dele ter entrado com pedido de permanência no tribunal, isso foi negado e foi deportado em setembro do ano passado. Assim, toda a família se tornou alvo do mesmo procedimento.

Mãe que seria deportada implora

Segundo o noticiário MBS, Nelly entrou no Japão em 1994 com passaporte em nome de outra pessoa. O marido já se encontrava no país e os dois filhos nasceram aqui.

Ela apela à justiça uma consideração humanitária já que para seus filhos “o Japão é a pátria deles. Se forem deportados há riscos de danos irreparáveis e significativos no crescimento saudável deles”, reproduziu o Sankei News.

Um grupo de apoio à mãe explicou ao jornal que “é extremamente incomum um pai ser deportado deixando a família no país. Os filhos só conseguem falar o básico, como os cumprimentos em espanhol. Ela e seus filhos querem continuar vivendo no país”.

Fontes: MBS e Sankei News
Foto: Sankei News

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