Argentina sequestrada há 32 anos é resgatada na Bolívia

Publicado em 27 de dezembro de 2018, em Notícias do Mundo e atualizado em 1 de janeiro de 2019 as 7:40 AM

A mulher, hoje com 45 anos, foi libertada junto com seu filho. Ambos se reuniram com a família no início deste mês em Mar del Plata.

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Uma mulher argentina (a 2ª a partir da esq.) que foi sequestrada há 32 anos e seu filho de 9 foram libertados do cativeiro (Gendarmaria)

Uma mulher da Argentina que foi sequestrada há 32 anos por traficantes de pessoas foi solta com seu filho de 9 que nasceu em cativeiro.

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A mulher que agora tem 45 anos foi solta do cativeiro após uma operação conjunta realizada pela polícia boliviana em uma casa na cidade de Bermejo, perto da fronteira no sul da Bolívia.

Identificada apenas como “P” em uma declaração, a mulher desapareceu em 1987.

Ela se reuniu com a família em sua cidade natal de Mar del Plata no início de dezembro, revelou uma declaração, destacando o papel da Gendarmeria Nacional Argentina e da Força Especial Anticrime da polícia nacional boliviana.

A declaração que anunciou a libertação, feita em 25 de dezembro pela Gendarmeria, não forneceu informações sobre os sequestradores.

Contudo, relatos da mídia local disseram que autoridades argentinas descobriram informações sobre o potencial paradeiro da mulher no início deste ano, as quais então foram passadas às suas homólogas bolivianas.

De acordo com fontes não identificadas do Ministério da Segurança citadas no Perfil.com, uma investigação sobre a localização da mulher teve início em 2014, mas não foi até janeiro deste ano que ela poderia ter chegado a uma casa na cidade de fronteira.

Autoridades então envolveram o escritório de promotoria federal em Orán, província de Salta, de onde investigações foram expandidas e lideradas pelo promotor local José Luis Bruno.

De acordo com uma reportagem no jornal Clarín, mãe e filho foram mantidos como “escravos” em condições precárias, em uma garagem que era trancada todos os dias com cadeado duplo.

Eles não tinham documentos de identidade, segundo o jornal, dizendo que a mulher vinha sendo forçada a trabalhar em um bordel durante décadas em cativeiro.

Apesar do longo período que ela passou em cativeiro, a família nunca deixou de procurá-la.

Fonte: Buenos Aires Times


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