Casal preso levando restos humanos em carrinho de bebê pode ter matado 20 mulheres

Publicado em 10 de outubro de 2018, em Notícias do Mundo

O casal foi preso enquanto empurrava um carrinho de bebê nos arredores de Ecatepec, no México.

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O homem e a mulher foram detidos em 4 de outubro no subúrbio de Ecatepec da Cidade do México pela suspeita de assassinato de 10 vítimas do sexo feminino (imagem ilustrativa)

Um casal que foi preso no México enquanto empurrava um carrinho de bebê com restos humanos pode ter matado até 20 mulheres, de acordo com o chefe de investigação do caso.

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O homem e a mulher foram detidos em 4 de outubro no subúrbio de Ecatepec da Cidade do México pela suspeita de assassinato de 10 vítimas do sexo feminino. Contudo, desde então, o homem afirmou que eles são responsáveis pelo dobro desse número.

A polícia prendeu o casal, identificado somente como “Juan Carlos N.” e sua esposa “Patricia N.”, durante uma investigação sobre o desaparecimento de três mulheres e um bebê de dois meses. O homem deu relatos detalhados das 10 mortes. Ele também disse à polícia que a esposa e ele haviam matado mais 10 pessoas, de acordo com o promotor do Estado do México, Alejandro Gomez, e divulgado pela AFP.

A polícia encontrou oito baldes de plástico cheios de partes de corpos e cimento na residência do casal, revelou Gomez em um post no Facebook no domingo (7). Mais restos mortais foram encontrados em uma geladeira, enrolados em sacos plásticos.

O casal, que mora com seus três filhos, foi preso enquanto empurravam um carrinho de bebê nos arredores de Ecatepec. A polícia tinha esperança de encontrar a criança de dois meses desaparecida, mas ao invés disso encontrou restos humanos.

“Ele descreveu a situação de uma maneira completamente natural. Eu diria que ele realmente parecia estar feliz em ter feito aquilo”, disse Gomez à rede de rádio mexicana Formula, divulgou a AFP. “Ele quer que as pessoas vejam a foto dele, saibam seu nome. Eu obviamente classificaria essa pessoa como um assassino, um serial killer”.

O suspeito também admitiu ter vendido o bebê de dois meses de uma de suas vítimas, divulgou a Reuters.

O caso aterrador provocou fúria e revolta em todo o México. Centenas de pessoas protestaram em Ecatepec no domingo. Manifestantes carregavam velas e flores brancas para exigir ação por parte das autoridades em relação à violência mortal contra mulheres e meninas.

Em um relatório de 2017 do Departamento de Assuntos Internos do México, do Instituto Nacional das Mulheres e das Mulheres das Nações Unidas descobriu que 52.210 mortes de mulheres foram registradas entre 1985 e 2017. Cerca de um terço ocorreu nos últimos seis anos do período de 32 anos.

Fonte: CNN
Imagem: Banco de imagens


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