Zuckerberg pede desculpas após vazamento de dados de usuários do Facebook

Publicado em 22 de março de 2018, em Notícias do Mundo

Mark Zuckerberg admitiu que a rede social “cometeu erros” que fizeram milhões de usuários terem seus dados explorados por uma empresa de consultoria.

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Zuckerberg “lamentou muito” e se comprometeu a realizar ações contra “apps desonestos” (Flickr/JD Lasica)

O fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, admitiu que a rede social “cometeu erros” que fizeram milhões de usuários terem seus dados explorados por uma empresa de consultoria.

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A Cambridge Analytica é acusada de usar de forma inapropriada os dados em nome de clientes políticos.

Em uma declaração, Zuckerberg disse que uma “quebra de confiança” havia ocorrido.

Em uma entrevista posterior com a CNN ele “lamentou muito” e se comprometeu a realizar ações contra “apps desonestos”.

Ele frisou que estava “feliz” em testemunhar perante o Congresso “se essa for a coisa certa a fazer”.

Em sua declaração publicada no Facebook, ele prometeu dificultar mais para evitar que apps “colham” informações de usuário.

“Temos responsabilidade em proteger seus dados, e se não pudermos então não merecemos servi-lo”, disse Zuckerberg.

Dados vazados

Em 2014, o Facebook convidou usuários a descobrirem seu tipo de personalidade através de um quiz desenvolvido pelo pesquisador Aleksandr Kogan da Universidade de Cambridge, chamado This is Your Digital Life (Esta é a Sua Vida Digital).

Dados de cerca de 270 mil usuários foram coletados, mas o app também coletou dados de alguns amigos dos usuários.

Desde então, o Facebook mudou o volume de dados que os desenvolvedores podem reunir desta maneira, mas um informante, Christopher Wylie, disse que os dados de aproximadamente 50 milhões de pessoas foram coletados para a Cambridge Analytica antes das regras sobre consentimento do usuário terem sido endurecidas.

Wylie afirma que os dados foram vendidos à Cambridge Analytica – que não tem conexão com a Universidade de Cambridge – que então os usou para perfilar psicologicamente as pessoas e entregar material pró-Trump a eles.

Fonte: BBC
Imagem: Flickr


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