Bloco de notas mágico ultrapassa a expectativa

Que tal presentear uma pessoa querida com um bloco de notas? Não é um qualquer. É mágico e surpreendente! Veja como ele é (vídeo).

Um aparente simples bloco de notas vai se transformando a cada folha destacada, até que no final aparece um surpreendente objeto de arte (divulgação)

O encontro da arte, criatividade e tecnologia gerou espetaculares blocos de notas no Japão. O idealizador é um empresário de Osaka (província homônima), especializado em artefatos manuais com toque divertido. Tanto que o nome da sua empresa é Omoshiroi.

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O que vem chamando atenção dos programas de tevê e YouTubers são os blocos de notas da empresa.

Aparentemente é um bloco comum, incluindo um local para colocar a caneta ou o lápis.

À medida que o usuário vai destacando as folhas especiais, verá que tem algo a mais. No final, pode se deparar com um piano de cauda, o qual pode ser aberto e apreciar o seu interior.

De um bloco de notas surge um piano, o Templo de Asakusa, uma gueixa ou a Torre de Tóquio (divulgação)

Bloco de notas: uma verdadeira obra de arte

São 22 tipos de blocos para atender diversos gostos.

O da gueixa, por exemplo, tem 20 folhas e custa 1.058 ienes. Se quer ter Washington DC o bloco de 40 folhas, pagará 6.264 ienes.

O preferido do idealizador é o Templo Kiyomizu, de Quioto. Tem 150 folhas e custa 10.800 ienes. O que impressiona é a riqueza de detalhes, ultrapassando a criatividade. 

“É artístico demais”, descrevem os YouTubers que postam seus vídeos sobre os produtos Omoshiroi. E, de fato, são blocos divertidos.

Uma das folhas tem desenho ou é vazada com algum motivo. São recortadas a laser, mas depois montadas uma a uma manualmente. É um verdadeiro encontro da arte com o que há de mais moderno na tecnologia.

Se quer comprar um presente original, a pessoa que vai receber terá muitas surpresas. Mas, terá que esperar um pouco. De tanto ser apresentada a empresa está sem estoque no momento.

Assista ao vídeo e veja que incríveis são esses blocos.

https://youtu.be/MSi_8gc36LU

Fontes e fotos: JNN e divulgação

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Reforma trabalhista: medidas para evitar karoshi e assédios

Publicado em 24 de abril de 2018, em Sociedade

O Ministério da Saúde, Trabalho e Bem-Estar está desenvolvendo um novo projeto para evitar a morte por excesso de trabalho e também os assédios. Saiba mais.

Reunião para apresentar esboço e ouvir os convidados sobre as novas diretrizes de trabalho (JNN)

Nesta terça-feira (24) o Ministério da Saúde, Trabalho e Bem-Estar apresentou um esboço da revisão sobre as medidas para prevenção do karoshi – morte por excesso e trabalho – e suicídio advindo desse problema. Pretende introduzir um sistema chamado de ‘intervalo entre as tarefas’.

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Isso significa que ao encerrar um trabalho ou projeto deve estabelecer um intervalo antes de começar um novo. Também inclui um tópico sobre a gestão da saúde do trabalhador, por parte do empregador, para melhorias na questão da longa jornada.

Já estava prevista a promoção de alterações 3 anos depois de estabelecida a lei em 2015, sobre a prevenção do karoshi.

Para a revisão foram convidados familiares das vítimas de karoshi, acadêmicos e representantes trabalhistas a fim de ouvi-los. O governo pretende aprovar uma nova proposta no gabinete até o verão deste ano.

O governo está apresentando métricas como alvo e o ministério deverá encontrar um forma de executá-las.

Pretende reduzir a menos de 5% o número de trabalhadores que fazem mais de 60 horas extras por semana, até 2020.

Os números de trabalhadores que morreram em decorrência do excesso de trabalho ou cometeram suicídio por causa do karoshi foram 189 em 2015 e 191 em 2016. Quer reduzir drasticamente ou zerar esses números.

Quer aumentar para 60% o número das empresas que realizam o stress check, até 2020. Atualmente pouco mais de ⅓ têm feito.

Também pretende estimular as empresas a concederem as férias remuneradas aos seus funcionários. Atualmente somente 49% dos funcionários gozam desse direito. O governo quer que esse índice seja superior a 70% até 2020.

Baseado em uma pesquisa sobre assédio do poder, o governo soube que 1 a cada 3 trabalhadores sofre com isso. Quer aumentar de 70 para 90% o índice dos trabalhadores que conseguem falar sobre suas preocupações no seu ambiente. Dessa forma pretende reduzir os assédios do poder e sexual.

Fontes: Asahi, JNN e Sankei
Foto: JNN

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