Processo para regeneração capilar promete cura para calvície

Publicado em 9 de junho de 2018, em Saúde, Bem-Estar e Cotidiano

Pesquisadores no Japão esperam iniciar experimentos clínicos no ano que vem em homens que sofrem com a calvície, se nenhum problema ocorrer.

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Células de folículos capilares cultivadas a partir de células do couro cabeludo humano penduradas por fios de náilon para evitar que os poros se fechem após transplante, assim como para guiar o crescimento do cabelo (instituto de pesquisa Riken)

Pesquisadores desenvolveram os meios para conceber regeneração capilar em massa, as quais eles dizem aumentar a esperança de cura para a calvície estando comercialmente disponível antes de 2020.

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O anúncio promete ser um presente para os carecas em todos os lugares, incluindo os 18 milhões de indivíduos no Japão que sofrem com a perda de cabelos.

Pesquisadores do instituto de pesquisa Riken que se juntaram com a Organ Technologies Inc., um empreendimento de negócio conjunto com sede em Tóquio, disseram que esperam iniciar experimentos clínicos em 2019 em homens que sofrem com a calvície, se nenhum problema ocorrer.

Eles anunciaram em 4 de junho o desenvolvimento de produção em série de cabelo criado ao cultivar folículos capilares em couro cabeludo.

A equipe de pesquisa é liderada por Takashi Tsuji da Riken.

“Os resultados mais recentes indicam que fomos além do estágio de pesquisa”, disse Tsuji. “A medicina regenerativa para cabelo é uma área de alto interesse social. Buscaremos industrializar uma tecnologia nascida no Japão”.

A equipe de pesquisa se envolveu em várias tecnologias para lidar com perda de cabelo.

Em 2012, a equipe cultivou células de couro cabeludo humano e produziu células de folículo capilar. Quando as células de folículo capilar foram transplantadas nas costas de ratos sem pelos, cabelos começaram a surgir.

A partir de julho, a equipe de pesquisa planeja transplantar células de folículo capilar para as costas de ratos a fim de confirmar a segurança da tecnologia. Pesquisadores estão zelosos para determinar se qualquer reação alérgica ocorrer ou se tumores vão se desenvolver. Se nenhum problema emergir, experimentos clínicos poderão ser realizados em 2019.

Isso aumenta a probabilidade de uma cura comercial se tornando disponível em 2020.

Fonte: Asahi
Imagem: Asahi, banco de imagens


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