Aumenta o número de casos de sífilis no Japão

Publicado em 10 de Janeiro de 2017, em Saúde, Bem-Estar e Cotidiano

Casos de sífilis estão aumentando no Japão, devido a inúmeros fatores. Fique alerta.

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Imagem ilustrativa

O número de casos de sífilis no Japão está aumentando rapidamente, incluindo aqueles entre as mulheres jovens, levando o Ministério da Saúde a lançar uma equipe especial de pesquisa para encontrar maneiras de impedir a propagação da infecção sexualmente transmissível.

De acordo com dados baseados em relatórios arquivados por hospitais em todo o Japão, o número de pacientes infectados pela sífilis totalizou 4.259 desde o início de dezembro passado, alta de 77% a partir dos 2.412 no período correspondente no ano anterior, e 7 vezes maior em relação há 1 década.

Acredita-se que a infecção tenha se espalhado principalmente através de relações heterossexuais. Entretanto, o número de transmissão vertical (de mãe para filho), que é muito rara no Japão, também está em alta.

Fatores como mudanças no comportamento sexual entre os jovens e negócios de entretenimento adulto, assim como um aumento no número de turistas de países com altos índices de infecção da doença, são geralmente citados como as causas mais prováveis por trás da propagação, entretanto, ainda não está claro porque vem sendo tão rápida na última década.

As infecções estão numerosas em Shinjuku, Tóquio, onde vários estabelecimentos de entretenimento noturno operam, com o número de pacientes infectados pela sífilis divulgado por hospitais no distrito contando por 40% do total na capital e 20% dos casos em todo o Japão.

Os estágios da sífilis

O estágio primário da doença apresenta somente pequenos tumores em área afetadas, como os genitais, mas os sintomas desaparecem naturalmente. Na segunda fase, que ocorre cerca de 3 meses depois, os pacientes apresentam erupções cutâneas, frequentemente envolvendo as palmas das mãos e as plantas dos pés, mas o sintomas desaparecem novamente.

Contudo, se a pessoa não passar  por um tratamento médico a infecção pode provocar inflamação pelo corpo cerca de 3 anos depois, possivelmente causando danos no cérebro e no coração eventualmente.

“O uso de preservativo é eficaz na prevenção da doença, mas não é suficiente. Todos estão sob risco”, disse Kunio Kitamura, obstetra e ginecologista, chefe da Associação de Planejamento Familiar do Japão.

“Os médicos devem encorajar os pacientes com casos suspeitos de infecção a realizarem testes mais intensos”, disse Kitamura.

Fonte: Mainichi
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