Vírus da febre suína africana é detectado na bagagem em aeroporto no Japão

Publicado em 23 de outubro de 2018, em Sociedade

A febre suína africana não representa ameaça direta à saúde humana, mas as infecções podem ser devastadoras na indústria pecuária.

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Salsichas dentro da bagagem do passageiro no Aeroporto New Chitose testaram positivo para a doença (imagem ilustrativas)

O altamente contagioso vírus da febre suína africana foi detectado na bagagem de um viajante da China em um aeroporto na província de Hokkaido, informou o ministério da agricultura na segunda-feira (22).

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Salsichas dentro da bagagem de um passageiro no Aeroporto New Chitose testaram positivo para a doença. Esse é o primeiro caso do vírus sendo trazido ao país do exterior. Nenhum caso doméstico de infecções por vírus da febre suína africana foi relatado até agora.

A febre suína africana é considerada mais letal do que a febre suína convencional – também conhecida como peste suína clássica – e não há vacina eficaz para proteger os suínos da doença dos porcos mortal.

O rápido surgimento da febre suína africana foi relatado na China no início deste ano, e autoridades estavam preocupadas com o risco da doença infecciosa se espalhar para outros países asiáticos incluindo o Japão.

A FAO- Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura pediu por colaboração regional incluindo monitoramento mais intenso e medidas de prontidão.

De acordo com o Ministério da Agricultura, Floresta e Pesca, o passageiro que chegou de Pequim em 1º de outubro estava com 1,5Kg de salsichas que não podem ser trazidas ao Japão.

Não está claro se as salsichas que passaram por processamento térmico e embaladas a vácuo continham qualquer carne suína produzida na China, disse o ministério.

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Descobriu-se que as salsichas, na imagem registrada em 22 de outubro no Aeroporto New Chitose em Hokkaido,estavam contaminadas com o vírus da febre suína africana altamente contagioso (Mainichi)

A China é uma grande produtora de carne de porco e conta por cerca da metade da população global de suínos, de acordo com a FAO.

É improvável que alimento infectado com o vírus da febre suína africana cause um surto no Japão, a menos que os porcos no país sejam alimentados com comida infectada.

Tanto a febre suína africana como a clássica não representam ameaça direta à saúde humana, visto que elas são doenças de porcos domesticados e javalis selvagens, mas as infecções podem ser devastadoras na indústria pecuária.

No mês passado, a infecção por peste suína clássica foi confirmada entre porcos no Japão pela primeira vez em 26 anos na cidade de Gifu (província homônima).

Fonte: Mainichi
Imagem: Mainichi, Banco de imagens


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