Casos de rubéola no Japão continuam aumentando

Publicado em 11 de outubro de 2018, em Sociedade

O número já é 10 vezes maior do que o registrado para todo o ano de 2017, informou o Instituto Nacional de Doenças Infecciosas.

&nbspCasos de rubéola no Japão continuam aumentando
Por província, Tóquio registrou o maior aumento de 24 a 30 de setembro, com 40 novos pacientes (TBS News)

O número de pacientes no Japão que contraiu rubéola aumentou em 134 ao longo da semana até 30 de setembro, chegando a um total de 952 a contar do início deste ano.

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O número já é 10 vezes maior do que o registrado para todo o ano de 2017, informou o NIID- Instituto Nacional de Doenças Infecciosas na quarta-feira (10).

Essa é a quarta semana consecutiva que o número de novos pacientes atinge 100. Em 2017, houve 93 pessoas em todo o país diagnosticadas com a doença.

Por província, Tóquio registrou o maior aumento de 24 a 30 de setembro, com 40 novos pacientes, seguida por Kanagawa (21), Chiba e Saitama (16), Aichi (8), Ibaraki (5) e Saitama (5).

Além disso, Tóquio registrou o maior número total de pacientes (307), seguida por Chiba (195) e Kanagawa (108). Pacientes na região Kanto formam cerca de três quartos de todos os pacientes.

A rubéola (fushin, em japonês), doença altamente contagiosa geralmente transmitida através de gotículas da tosse e espirro, tem um impacto grave na saúde se contraída por mulheres nos estágios iniciais da gravidez, visto que ela pode causar problemas cardíacos, auditivos e de visão nos bebês.

A vacinação é eficaz na prevenção da infecção, mas as mulheres que já estão grávidas não podem ser imunizadas, visto que a vacina em si pode ter um impacto sobre o bebê.

Em 2013, o Japão vivenciou um surto de rubéola, com mais de 10.000 pessoas infectadas. Desde então, casos de infecção caíram, mas houve um ressurgimento desde julho deste ano, com muitos dos pacientes sendo homens com faixa etária de 30 anos ou mais velhos.

A rubéola

O agente etiológico da rubéola é um vírus do tipo Rubivirus que é facilmente transmitido de pessoa para pessoa através de pequenas gotículas de saliva, que podem acabar sendo distribuídas no ambiente quando alguém infectado com a doença espirra, tosse ou fala, por exemplo.

Normalmente, a pessoa com rubéola pode transmitir a doença durante cerca de 2 semanas ou até que os sintomas na pele desapareçam completamente.

Seu tratamento é apenas para controlar os sintomas, e normalmente, esta doença não tem graves complicações.

No entanto, a contaminação com rubéola durante a gravidez pode ser grave. Se a mulher nunca teve contato com a doença ou nunca foi vacinada deve fazer a imunização antes de engravidar.

Fonte: Mainichi
Imagem: News TBS


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