Funcionária do conselho da educação morreu após trabalhar 125 horas extras

Publicado em 12 de janeiro de 2018, em Sociedade

Em 5 de janeiro, a mulher desmaiou enquanto trabalhava e foi levada ao hospital onde morreu 3 dias depois. Em dezembro, ela havia acumulado 125 horas extras de trabalho.

&nbspFuncionária do conselho da educação morreu após trabalhar 125 horas extras
Atualmente o conselho educacional está investigando uma possível ligação entre a morte da funcionária e sua carga de trabalho (News 24/reprodução)

Uma mulher de aproximadamente 40 anos atribuída ao conselho da educação provincial de Niigata desmaiou perto de sua mesa após ter feito 125 horas extras no mês passado – bem além da “linha de morte por excesso de trabalho” de 100 horas definidas pelo governo – e morreu três dias depois, soube o jornal Mainichi.

De acordo com o Conselho da Educação da Província de Niigata, por volta de meio-dia de 5 de janeiro, a mulher começou a perder os sentidos quando estava em seu lugar trabalhando no prédio do governo provincial e foi levada às pressas para o hospital.

Ela morreu em decorrência de uma hemorragia subaracnóidea – sangramento entre as membranas no cérebro – três dias depois. Ela acumulou 125 horas extras em dezembro de 2017, bem além da linha de perigo de 100 horas definidas pelo governo. Atualmente o conselho educacional está investigando uma possível ligação entre a morte da funcionária e sua carga de trabalho.

A mulher pertencia à divisão da educação do ensino médio e era responsável por inscrições de bolsas de estudo e triagem. Em 4 de janeiro, ela havia saído do prédio do governo provincial após as 23h.

Enquanto ela não havia consultado ninguém sobre sua condição de saúde, sua média de horas extras entre abril e dezembro do ano passado excedeu 70 horas por mês, registrando 99 horas em novembro e 125 em dezembro, então se consultou com uma enfermeira de saúde pública no mês passado em acordo com as regras internas do governo provincial.

“Ainda não sabemos a relação entre seu trabalho e sua morte, mas não há dúvidas de que ela trabalhou muitas horas extras. Gostaria de melhorar as condições de trabalho para evitar que isso aconteça novamente no futuro”, disse o governador de Niigata, Ryuichi Yoneyama, durante uma conferência de imprensa em 10 de janeiro.

Fonte: Mainichi
Imagem: News 24

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